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Tratamento para dependente quimico
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Tratamento para dependência química e alcoólica voluntária e involuntária
Apoio à Família
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Codependência

Inicialmente, é importante salientar que o uso abusivo de drogas pelos jovens é, muitas vezes, caracterizado como um problema de ordem individual, ligado, normalmente, à personalidade do indivíduo ou a uma questão de doença física ou psíquica. No entanto, não se pode deixar de levar em consideração que o uso de substâncias psicoativas, em determinados casos, pode estar relacionado a uma ausência de estrutura familiar, evidenciando que a toxicomania não está restrita apenas ao campo individual, mas se refere a um sintoma familiar.

O jovem usuário de drogas é efeito de conflitos familiares; na verdade, recebe a 'culpa' de toda problemática familiar. O jovem toxicômano configura-se como o bode expiatório das tensões familiares, carregando "sozinho todos os débitos e pecados da família" . Em virtude dessa caracterização do usuário de drogas, existem diferentes fases em que os pais passam quando lidam com um filho drogadicto: 1) cegueira familiar e 2) crise familiar.

A primeira diz respeito a um período, que é variável de indivíduo para indivíduo, caracterizado entre o início do uso das drogas pelo jovem e a descoberta pela família. Nessa fase, o jovem começa a deixar pistas no âmbito familiar de que está utilizando alguma substância psicoativa, a saber: o jovem começa com uma 'atitude estranha' ao chegar em casa, fez desaparecer alguns objetos da casa e entre outros. Nesse momento, é necessário destacar que começa a transparecer nos pais um sentimento de impotência frente aos indícios de uso de drogas por seus filhos. Os pais passam a se concentrar apenas no sintoma droga, recusando em enxergar que, muitas vezes, o jovem drogadicto está sinalizando algum desajuste familiar. A droga geralmente é "o último recurso do filho para chamar atenção sobre si, falar do seu mal-estar"

A segunda refere-se ao momento de crise familiar. Nesta fase, a família já está ciente que o filho é usuário de drogas; os pais passam a incorporar que possuem uma parcela de culpa no que se refere ao uso de drogas por seus filhos. Esse é o momento em que, muitas vezes, os pais não sabem o que fazer: se mudam o filho de escola, se o proíbem de sair com determinados amigos, se batem, etc. Ademais, os familiares passam a ir a busca de especialistas no intuito de ajudar seus filhos. É significativo frisar que determinados jovens não aceitam aderirem a algum tratamento buscado pelos pais, preferem permanecer usando substâncias psicoativas. Neste caso, existe a necessidade de orientar os familiares a se sentirem parte da problemática dos filhos, agindo com interferência neste ciclo, buscando tratamento e internando o usuário.


Como reconhecer um dependente químico

A chave para ajudar um alcoólatra ou dependente de drogas na ativa, é entender que eles desenvolveram um sistema de vida ilusório. Eles não percebem o uso de substâncias psicoativas como sendo um problema e sim como uma solução. "Meu problema não é o álcool ou a droga, meu problema são as pessoas. Se as pessoas me deixassem em paz...".

A meta é penetrar nesse sistema e, se você está próximo dessa pessoa, vai precisar de ajuda, pois, provavelmente você é percebido como sendo parte do problema. Anjos de Uma Asa, tem um programa especial de orientação para as pessoas que convivem com um dependente.

O primeiro passo é aprender mais sobre dependência química e avaliar como ela está atingindo emocionalmente você e sua família. Participe de grupos para familiares, e faça uso da literatura específica disponível. Na medida em que sua percepção do problema muda, seu relacionamento com o dependente vai mudar para um melhor nível de compreensão. Você precisa aprender a separar a pessoa da doença e das atitudes que ela tem em função do uso de drogas. Você tem que aprender a deixar o dependente químico arcar com as conseqüências do seu uso de drogas, para que ele perceba a realidade em que está vivendo.

O próximo passo é procurar os recursos de tratamento que estão disponíveis na comunidade, compatíveis com sua disponibilidade financeira, como os Anjos de Uma Asa, centro de tratamento e profissionais especializados no tratamento de dependência química.

Se você tem acesso a uma equipe de intervenção de uma entidade local de tratamento, inicie o processo imediatamente. Caso contrário, aguarde uma "brecha" ou oportunidade para penetrar nesse sistema de vida ilusório. Isto geralmente acontece durante uma ressaca, após um problema policial ou qualquer outra situação embaraçosa.

Estando ciente dos recursos disponíveis na comunidade, você está preparado para pedir ajuda de imediato ou para encaminhar o dependente a um centro de tratamento sem demora.

Nunca aceite violência enquanto aguarda o momento certo para intervir. Saia imediatamente de casa ou chame Anjos de Uma Asa.


Sou um dependente quimico?

Só você pode responder a esta pergunta.

Isto pode não ser fácil. Durante todo o tempo em que usamos drogas, quantas vezes dissemos "eu consigo controlar". Mesmo que isto fosse verdade no princípio, não é mais agora. As drogas nos controlavam. Vivíamos para usar e usávamos para viver. Um adicto é simplesmente uma pessoa cuja vida é controlada pelas drogas.

Talvez você admita que tenha problema com drogas, mas não se considere um adicto. Todos nós temos idéias preconcebidas sobre o que é um adicto. Não há nada de vergonhoso em ser um adicto, desde que você comece a agir positivamente. Se você pode se identificar com nossos problemas talvez possa se identificar com a nossa solução. As perguntas que se seguem foram escritas por adictos em recuperação . Se você tem alguma dúvida quanto a ser ou não um adicto, dedique alguns momentos à leitura das perguntas abaixo e responda-as o mais honestamente possível.

Alguma vez você já usou drogas sozinho?
Sim [    ]  Não [    ]

Alguma vez você substituiu uma droga por outra, pensando que uma em particular era o problema?
Sim [    ]  Não [    ]

Alguma vez você manipulou ou mentiu ao médico para obter drogas que necessitam de receita?
Sim [    ]  Não [    ]

Você já roubou drogas ou roubou para conseguir drogas?
Sim [    ]  Não [    ]

Você usa regularmente uma droga quando acorda ou quando vai dormir?
Sim [    ]  Não [    ]

Você já usou uma droga para rebater os efeitos de outra?
Sim [    ]  Não [    ]

Você evita pessoas ou lugares que não aprovam o seu consumo de drogas?
Sim [    ]  Não [    ]

Você já usou uma droga sem saber o que era ou quais eram seus efeitos?
Sim [    ]  Não [    ]

Alguma vez o seu desempenho no trabalho ou na escola foi prejudicado pelo seu consumo de drogas?
Sim [    ]  Não [    ]

Alguma vez você foi preso em conseqüência do seu uso de drogas?
Sim [    ]  Não [    ]

Alguma vez mentiu sobre o quê ou quanto você usava?
Sim [    ]  Não [    ]

Você coloca a compra de drogas à frente das suas responsabilidades?
Sim [    ]  Não [    ]

Você já tentou parar ou controlar seu uso de drogas?
Sim [    ]  Não [    ]

Você já esteve na prisão, hospital ou centro de reabilitação devido a seu uso?
Sim [    ]  Não [    ]

O uso de drogas interfere em seu sono ou alimentação?
Sim [    ]  Não [    ]

A idéia de ficar sem drogas o assusta?
Sim [    ]  Não [    ]

Você acha impossível viver sem drogas?
Sim [    ]  Não [    ]

Em algum momento você questionou sua sanidade?
Sim [    ]  Não [    ]

O consumo de drogas está tornando sua vida infeliz em casa?
Sim [    ]  Não [    ]

Você já pensou que não conseguiria se adequar ou se divertir sem drogas?
Sim [    ]  Não [    ]

Você já se sentiu na defensiva, culpado ou envergonhado por seu uso de drogas?
Sim [    ]  Não [    ]

Você pensa muito em drogas?
Sim [    ]  Não [    ]

Você já teve medos irracionais ou indefiníveis?
Sim [    ]  Não [    ]

O uso de drogas afetou seus relacionamentos sexuais?
Sim [    ]  Não [    ]

Você já tomou drogas que não eram de sua preferência?
Sim [    ]  Não [    ]

Alguma vez você usou drogas devido a dor emocional ou "stress"?
Sim [    ]  Não [    ]

Você já teve uma "overdose"?
Sim [    ]  Não [    ]

Você continua usando, apesar das conseqüências negativas?
Sim [    ]  Não [    ]

Você pensa que talvez possa ter problema com drogas?
Sim [    ]  Não [    ]

Sou um adicto? Esta é uma pergunta que só você pode responder. Descobrimos que todos nós respondemos "sim" a um número diferente de perguntas. O número de respostas positivas não é tão importante quanto aquilo que sentíamos e a maneira como a adicção tinha afetado nossas vidas.

Algumas destas perguntas nem ao menos mencionam drogas. A adicção é uma doença traiçoeira que afeta todas as áreas de nossas vidas, mesmo aquelas que a princípio não parecem ter muito a ver com drogas. As diferentes drogas que usávamos não eram tão importantes quanto os motivos pelos quais usávamos ou o que elas faziam conosco.

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